quarta-feira, 11 de maio de 2011

Os 5 jogos de tiro mais legais de 2011


Combat Arms

O principal destaque em Combat Arms é sua interface totalmente traduzida para o português. Nela, não apenas as opções escritas foram traduzidas, mas também todas as frases enviadas via rádio durante as partidas. Além disso, também é possível usar seu microfone para coordenar os ataques à base inimiga – chega de morrer enquanto digita!
Contudo, mesmo estando em português, é necessário se acostumar ao posicionamento das opções, pois sua quantidade é enorme e os botões de acesso não apresentam cores que os destaquem do restante da interface.
Combat Arms valoriza os jogadores com melhor mira e experiência em FPS. Sua jogabilidade requer algum tempo para adaptação: o personagem anda devagar naturalmente e corre somente quando a tecla Shift for pressionada – ou seja, você precisa ganhar coordenação com o dedo mínimo para se esconder das rajadas inimigas antes de ser acertado.
Para brasileiros
Por outro lado, o realismo dos gráficos não é dos melhores: a resolução do game fica relativamente baixa mesmo com todas as opções ativadas e em qualidade máxima. Já em relação aos efeitos sonoros, a situação muda – seu realismo não se limita aos disparos: sons de balas acertando paredes, passos sobre a neve e respiração ofegante durante corridas são algo frequente.
Para compensar tantos detalhes nos efeitos sonoros, muitos cenários não apresentam qualquer música de fundo durante as partidas. Tal fator possui lado positivo e negativo: ele permite reconhecer a movimentação inimiga à distância, porém remove qualquer efeito de tensão que uma trilha sonora bem bolada teria em situações de perigo extremo.
Quem tiver a tendência de cansar após passar muito tempo em um mesmo título, provavelmente demorará um pouco para largar Combat Arms: ele apresenta modos de jogo com diferentes objetivos, tornando cada partida única.
Seja desarmando bombas, aniquilando zumbis ou simplesmente distribuindo tiros, a diversão é garantida! Mas, tome cuidado: ambos os times usam o mesmo uniforme, então tenha certeza de estar mirando no inimigo antes de atirar!

CrossFire

Diferentemente de Combat Arms, CrossFire não possui interface em português. Há uma enorme similaridade entre a qualidade dos gráficos de ambos, porém este apresenta menos detalhes na textura dos personagens. Por outro lado, sua jogabilidade é mais fluida: por não haver nenhum botão que faça o personagem correr, a movimentação é naturalmente mais rápida.
Headshot
Outro destaque vai para o respawn (tempo de espera para a ressurreição) do personagem, pois, dependendo do modo de jogo, ele é instantâneo! Ou seja, é possível vingar sua própria morte poucos segundos após seu corpo tombar ao chão. Entretanto, isso gera uma grande poluição sonora no canal de rádio: mensagens alertando sobre o lançamento de granadas se tornam frequentes e passam a irritar depois de algum tempo.
Como em muitos outros FPS online, CrossFire também possui um sistema de carreira e dinheiro. Com isso é possível enfrentar apenas jogadores que estejam em um nível similar de habilidade e comprar armas mais poderosas e precisas no mercado.
Além disso, haja vista a pouca diferença com Combat Arms, inclusive na quantidade de modos de jogo, CrossFire é mais indicado para quem não quiser enfrentar servidores cheios e quiser uma jogabilidade melhor.

Alliance of Valiant Arms

Finalmente, eis a hora de indicarmos o FPS voltado para usuários possuidores de boas placas de vídeo: AVA (Alliance of Valiant Arms). Se você procura gráficos extremamente realistas e no mesmo nível dos games de console atuais, com jogabilidade agradável e muito precisa, belos efeitos visuais, sons realistas e boa trilha sonora, esta é a opção!
Entretanto, não somente os ótimos gráficos são os destaques de AVA: ele também impressiona pelos recursos adicionais proporcionados em sua jogabilidade. Estes o fazem parecer com os FPS que retratam guerras históricas – afinal, é possível usar mísseis para explodir tanques inimigos ou fazê-los virar peneira com a metralhadora em seu blindado.
Blindado
Outro grande diferencial de Alliance of Valiant Arms é seu sistema de classes. Nele, enquanto você espera a ressurreição, é possível escolher entre três funções de combate: Point Man, Rifle Man ou Sniper.
Cada classe possui uma arma principal diferente – mais adequada para sua função –, respectivamente: submetralhadoras (bom quando você estiver em grupo), rifles normais (ótimo poder de fogo, bom para atacar sozinho) e rifles de precisão (esconda-se e mate à distância, sem ser visto).
Assim como Combat Arms, AVA também permite que o personagem corra, todavia, de uma maneira muito mais simples: basta pressionar duas vezes o botão de movimentação frontal – ou seja, não há o risco de acertar o Caps Lock em vez do Shift quando você precisar fugir. Ainda sobre a jogabilidade, há mais opções de interação no cenário, como reparar tanques de guerra ou abrir caixas de armamentos.
Por outro lado, diferentemente de CrossFire, Alliance of Valiant Arms gerencia muito bem a emissão de sons no rádio, sem gerar poluição sonora. Nesse sentido, ele possui sons muito realistas, capazes não apenas de representar bem os barulhos reais, mas também de distinguir a distância entre os vários disparos e explosões.

Point Blank

Point Blank é o mais casual dos FPS nesta lista: com interface em português, ele é bastante leve e não exige um computador potente para funcionar adequadamente. Logo, ele é ideal se você não pretende gastar muitas horas jogando por semana, mas deseja rapidez quando quiser fazê-lo.
Exatamente por ser leve, Point Blank não conta com gráficos bons. Na verdade, eles são extremamente simples e de baixa resolução, apresentando texturas pouco trabalhadas e física surrealista: ao cair morto, o personagem parece um boneco; ao andar, ele não parece tocar o chão. Apesar disso, sua jogabilidade é excepcional e os comandos respondem com precisão.
Há uma quantidade pequena de modos de jogo neste FPS, porém eles abrangem os mais usados: destruir a base inimiga, armar (ou desarmar) bombas ou, simplesmente, aniquilar o time adversário. Uma diferença interessante no PointBlank é a possibilidade de destruir algumas partes específicas do cenário, principalmente paredes, liberando o acesso a áreas escondidas do mapa.
Destrua o cenário
Outra possibilidade relevante é a mudança da arma principal em qualquer momento da partida: enquanto nos outros jogos acima é preciso morrer para trocar de função ou sair da partida para equipar outra arma, em Point Blank, basta trocá-la. Finalmente, os sons do game são muito altos: apesar de isso representar grande realismo, não é muito saudável para os ouvidos do jogador.

Mission Against Terror

Quem ainda está começando a jogar FPS provavelmente não goste muito das opções anteriores desta lista. Afinal, muitas delas estão repletas de jogadores habilidosos – mesmo nos servidores voltados apenas para novatos! Dessa forma, o ideal é deixar a última sugestão de FPS ser uma em que seja possível aprender a jogar.
O diferencial de Mission Against Terror está na possibilidade de preencher salas com robôs em vez de jogadores, pois assim não é preciso esperá-las encher para começar a partida. Outra vantagem dessa opção é a possibilidade de criar uma sala para jogar sozinho, definindo o nível de inteligência artificial dos oponentes de acordo com sua própria capacidade de enfrentá-los.
Personalização
Mission Against Terror também apresenta duas outras características muito peculiares que o distinguem de outros FPS. Uma delas envolve mudar as roupas do personagem, possibilitando que você empunhe um rifle enquanto traja uma bermuda e camiseta florida. A outra é referente à trilha sonora do jogo: há músicas muito boas tocando durante as partidas – o que não chega a atrapalhar a identificação dos sons de passos inimigos.
O game também apresenta respawn instantâneo e outra adição curiosa à jogabilidade: a possibilidade de dançar para recuperar os pontos de vida perdidos. Dessa forma, se você sobreviver a um tiroteio, pode voltar ao seguinte com os ferimentos curados – isso não faz sentido, porém é algo muito prático!
Em relação a questões técnicas, Mission Against Terror conta com gráficos de poucos detalhes, tornando-o acessível aos jogadores que usam PCs antigos. Suas músicas são boas e deixam as partidas mais interessantes, porém há muitos sons simultâneos e repetitivos que poluem o jogo.
Por fim, a jogabilidade é precisa e serve bem ao propósito de introduzir novatos ao gênero FPS – porém, talvez seja preciso configurar a sensibilidade do mouse para melhores resultados.

Fonte: www.tecmundo.com.br